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Alertas

Na Suíte Guardline o alerta de PLD não é uma decisão sinalizada nem uma notificação solta. É um registro próprio, com identidade e ciclo de vida:

CampoConteúdo
SujeitoCliente ou contraparte, com documento tipado e país
CenárioCódigo e versão do catálogo, nome traduzido e referência normativa
SeveridadeAlta, média ou baixa, com a origem registrada (configuração do cenário ou herdada da decisão)
JanelaInício e fim do período que o alerta cobre, quando é por entidade
EvidênciaAs transações que sustentam o alerta, guardadas como retrato no momento do disparo
ValorValor agregado da evidência, com moeda explícita
Estado e desfechoAberto, despachado, confirmado, arquivado, comunicado, conforme o veredito da Mesa
OrigemA decisão de motor ou a rodada do avaliador que o produziu
DespachoSe foi enviado à Mesa, quando, e o caso correspondente

A evidência é um retrato: o alerta preserva a transação como ela era no disparo, mesmo que a transação seja reprocessada depois. É a propriedade que um dossiê regulatório precisa.

Por transação. Nasce quando uma regra do workflow de PLD dispara na avaliação de uma transação. Carrega a decisão de origem e a transação como evidência.

Por entidade. Nasce do avaliador periódico: um sujeito, um cenário, uma janela e todas as operações da janela como evidência. É o alerta que detecta acúmulos que nenhuma transação isolada mostraria.

Os dois tipos vivem no mesmo objeto, aparecem na mesma lista e chegam à Mesa pelo mesmo contrato.

Vários disparos do mesmo sujeito no mesmo cenário dentro da janela de consolidação do cenário não geram vários alertas. O primeiro disparo cria o alerta e, quando despachado, abre o caso na Mesa; os seguintes somam evidência ao mesmo alerta e atualizam o mesmo caso. A janela é ancorada na data de negócio das operações, o que mantém a consolidação estável em reprocessamentos e em processamento paralelo.

Dessa forma o analista trabalha o sujeito e a tipologia, e não uma fila de repetições da mesma ocorrência.

A prevenção a fraudes produz alertas no mesmo objeto, herdando a severidade da decisão: bloqueio é alta, revisão é média. Eles ficam no workbench da FPP, ligados ao caso de analista da mesma decisão, e servem à visão 360 do cliente e às métricas. Os alertas de fraude não são despachados à Mesa de Decisão.

O que liga a produção de alertas num tenant é o catálogo: uma regra que aponta para um cenário ativo produz alerta, uma regra sem cenário não produz. Não há interruptor escondido.

O tenant de PLD vê no painel da FPP uma lista de alertas somente leitura, ordenada por data, com filtro por severidade, a evidência de cada alerta e o link para o caso na Mesa de Decisão. Um alerta ainda não despachado aparece como tal. A operação do caso (triagem, investigação, comitê) acontece na CMP; a lista da FPP é o ponto de acompanhamento para quem parametriza os cenários e para quem precisa ver o que o motor está produzindo.

Versão 18, atualizada em